segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Super empreendedores brasileiros do século 21.


Não é de hoje que o sucesso chama a atenção das pessoas, afinal todos queremos ser bem sucedidos em nossos empreendimentos. Ainda mais num país como o nosso que esta cheio de oportunidades e todos podemos aproveitar, bastando apenas enxerga-las e depois é claro construir o nosso negócio.Deve-se levar em conta que poderemos ter 3 ou mais fatores que nos causarão algum empecilho ou dificuldade na realização da tarefa, são eles: a burocracia estatal e registral, os impostos, infraestrutura básica (agua, luz e telefones), entre outros.
É fato que a estrutura a ser criada esta sujeita aos tramites legais e fiscais, alvarás, licenças das mais variadas, do meio ambiente, bombeiros, etc... e tudo isso consome tempo, paciência e é claro dinheiro. Em geral um empreendimento consome algum tempo para ser implantado e se firmar no mercado, mas desde o seu primeiro dia de atividades já esta sujeito a tributação pelo faturamento de bens ou serviços que pode variar de 17% à aproximadamente 30% do faturamento dependendo da faixa de enquadramento fiscal escolhida pela mesma.
Nos dias atuais em que o mercado virtual é um grande atrativo ainda temos carências de linhas de transmissão, segurança on-line, instabilidade de sinal, e sem falar do 3G, que sabe lá onde funciona mesmo, por exemplo.
Hoje para podermos concretizar o sonho de empreender, temos que obrigatoriamente vencer a todos estes e outros possíveis problemas que certamente aparecerão, pois eles além de tudo são filtros que separam os que tem a intensão de, e os que realmente realizam este grande feito.
Num determinado momento da história do império romano, a 12ª legião havia invadido a Bretanha,(que hoje seria a Inglaterra) e logo após o desembarque Julio Cesar, então comandante geral da invasão ordenou a queima de todas as embarcações e pronunciou-se mais ou menos assim as tropas: _”Legionários, daqui não sairemos, senão com a vitória”. Será que o verdadeiro espirito do empreendedorismo não é mais ou menos assim?

Itamar Leonardo Alves
formando em Processos Gerenciais pela Faculdade QI-P. Alegre



sábado, 7 de setembro de 2013



Quem um dia precisou fazer uma poda de natureza estética ou por segurança por uma arvore já quase caindo, dentro ou fora de sua propriedade em Porto Alegre deparou com a completa inoperância do órgão responsável, no caso a SMAM . O mais curioso é que depois da fatalidade ocorrida no parque farroupilha na semana passada por onde circulam muitas pessoas, inclusive mães com criança de colo, que vitimou 3 pessoas, 1 morreu e outras 2 estão muito feridas vimos que não é só inoperância deliberada, descaso,  mas também a completa falta de compromisso com a atividade fim da secretaria em questão. A vistoria das arvores feita anteriormente a queda foi "visual", ou seja o corpo técnico qualificado faz vistorias visuais ( uma olhada superficial) e pronto. Alegaram ainda não ter a disposição da secretaria equipamentos de ultra-som ou coisa que o valha para avaliar as arvores (que são milhares na capital, se não a mais arborizada deve ser a segunda ou terceira). Sem contar que a arvore em questão é um eucalipto e que não é nativa dos pagos riograndenses. Nestes dias de poucos recursos a disposição do poder público, querer um equipamento de ultrasom, certamente sofisticadíssimo para diagnosticar se as arvores estão podres ou não, se podem cair em cima das pessoas nos parques, nas calçadas e em toda parte, e depois, não sabem porque as pessoas estão sem paciência com o poder público, francamente. Já não bastam todas as denuncias de corrupção de toda ordem nos órgãos do meio ambiente e agora vamos adquirir um ultra-mega-super aparelho de raio x que detecta a degeneração molecular das arvores. Quem não tem força e determinação para estar a frente de um governo ou orgão de governo, não deve estar, vá pra casa e deixe a tarefa para alguém que se precisar cortar arvores não tenha medo de faze-lo temendo as criticas da "opinião pública". Que é eleito para governar não pode ser refém da opinião pública, tem que ouvir, estar atento, mas refém não. Nunca.